Já a ESPN, aposta nos U2 para a promoção das suas transmissões televisivas do Mundial neste spot com narração de Bono Vox.

ou ainda
"«Acho uma religião em cujo centro se encontra uma cena de execução repugnante (...) Imagina que teria sido uma forca, uma guilhotina ou um garrote. Imagina como é que teria então sido o nosso simbolismo religioso.»"
Mas a questão fundamental é que não acredito que Saramago tivesse como intenção causar choque ou perplexidade, muito menos indignação, estava apenas a escrever um livro. O que devemos analisar, mais do que as palavras escritas no livro e as reproduzidas pela comunicação social, é a reacção da sociedade. Parece que hoje temos que ser partidários ou da Igreja, da moral e bons costumes ou de Saramago e das suas ideias blasfemas. Vivemos num mundo a preto e branco em que o extremismo não nos permite parar para reflectir.
Em última análise é apenas um livro, uma obra de ficção que não tem que ofender ninguém e muito menos as suas crenças religiosas. Que os seus editores estão satisfeitos com a polémica, não duvido. Também espero que o tempo em que os livros eram proibidos e queimados não volte.
Um idiota preguiçoso continua sempre a ser um idiota! E um preguiçoso inteligente é alguém que reflectiu acerca do mundo em que vive. Não se trata, pois, de preguiça. É tempo de reflexão. E quanto mais preguiçoso fores, mais tempo tens para reflectir. E é por isso que, no oriente, isso se designa por filosofia oriental...A maior parte das pessoas tem tempo. Quanto mais se desce para sul, mais encontramos profetas, magos, pessoas que reflectiram sobre o mundo.
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Desiderata
Os peritos na cultura da Grécia Antiga dizem que as pessoas naquela altura não viam os pensamentos como pertencendo a elas mesmas. Quando os antigos gregos tinham um pensamento, ocorria-lhes como sendo um deus ou uma deusa a dar uma ordem. Apolo estava a dizer-lhes para serem corajosos. Atena estava a dizer-lhes para se apaixonarem.Agora as pessoas ouvem um anúncio a batatas fritas de coalhada e correm a comprá-las, mas agora chamam a isso livre-arbítrio.
Pelo menos os antigos gregos estavam a ser honestos.
Actualização: A resposta é Lullaby de Chuck Palahniuk (o mesmo autor de Fight Club)
Isto é um filme do caraças!!!
Dizer que é o melhor filme de super-heróis de sempre acaba por ser redutor para este filme. É uma obra-prima do grande Christopher Nolan. Muito bom. Destaque também para a última interpretação de Heath Ledger, que transformou este Joker num ícone. Assustador e louco é como que o dinamo do filme! O melhor do ano até agora para mim.